SHOWS

Avicente
Visto por olhos comuns diriam que ele é cego, mas bastam alguns minutos na presença deste rapaz de 28 anos - que por meio de um infecção hospitalar já aos 6 meses começou a mudar o foco de seu mundo- pra se ter a certeza do quanto ele enxerga. Dono de uma simpatia desarmada e uma coragem que contamina, já vendo apenas vultos e sombras, estudou e se formou em Licenciatura da Música pela UFRGS em um período em que não haviam quaisquer partituras em braile. Ele, portanto, teve de se dedicar em dobro pra se manter no mesmo grau exigido para seus colegas de olhos normais. E foi a partir de sua dedicação e persistência que a universidade passou a incluir e investir em materiais para facilitar a vida de quem traga necessidades especiais. Persistência que remove barreiras. Até a pouco tempo só se sabia dele por caminhos laterais. Acompanhava um grupo de música folclórica gaúcha por algum tempo, se tornou integrante honorário d’Os The Darma Lóvers a partir de 2012, acompanha algumas cantoras de MPB eventualmente e assim seguia, um coadjuvante de muito talento. Há poucos meses retomando conversas com Nenung, este voltou a insistir em ouvir as suas próprias composições. Como já esperava, ficou arrepiado de emoção ao ouvir cada uma e a história que as fizeram surgir. Uma experiência sem precedentes. https://www.facebook.com/Avicente-325832817795784/?ref=br_rs
Bibiana Petek
Bibiana deu seus primeiros passos no violino e música clássica já na infância. Aos 13 anos deixou a orquestra e trocou Bach, Paganini e Haydn pelos discos de MPB do pai, Chico Buarque, Elza Soares, Tom Jobim. Aos 20 anos, lançou o seu primeiro álbum autoral, "Dengo" com dois shows em Londres, em janeiro de 2014.“Dengo” tem a assinatura do selo Loop Discos, com participações especiais de músicos como Júlio Reny e Totonho Villeroy. Em 2014, Bibiana foi escolhida nacionalmente como uma das jovens cantoras mais promissoras do Brasil no Prêmio Deezer - ABMI de Novos Talentos, no Rio de Janeiro.E em 2015, foi indicada, pelo álbum ''Dengo'', ao prêmio açorianos de música na categoria revelação Música pra Bibiana é alívio, é amizade, é sentido. https://www.facebook.com/bibiana.petek
Brenda Band
Brenda é uma compositora que começou a carreira com um violão e um celular no seu quarto, gravando vídeos de suas composições e postando nas redes sociais. No auge dos seus 20 anos, tem mais de 30 composições em português, inglês e francês. Existe algo diferente nessa garota... uma mistura de deboche com simpatia, de acidez com delicadeza. Brenda canta sobre amor, sobre histórias que viveu e viu serem vividas. A poesia faz parte da sua vida desde criança e das músicas que compõem os dois EPs lançados pela Loop Discos. https://www.instagram.com/brendaband/ https://www.facebook.com/Brendabandmusic/
Bruno De Ros
é um cantor, instrumentista e compositor de Porto Alegre. Com uma base de fãs bem concreta nas redes sociais (11 mil fãs na Fan Page e no Instagram), ele realiza shows na capital e no interior do Estado. Já realizou uma turnê em diversos Estados nacionais com um Especial Coldplay e é conhecido do público como autor dos melhores covers de Coldplay no Brasil. Lançou seu primeiro disco (Lonely Highway) em 2015, e prepara seu segundo álbum para 2017. Seu primeiro trabalho, Lonely Highway (todo em inglês), teve duas canções como trilha sonora da nova web série da Mormaii (Hora Extra) e executadas diversas vezes em trilhas do Canal Off. Atualmente, Bruno se apresenta no formato acústico e tem no repertório (a maior parte internacional) artistas como: Coldplay, Ed Sheeran, Maroon 5, John Mayer, Jack Johnson, Oasis, Bob Dylan, entre outros, mesclando um repertório super atual com clássicos. Também toca alguns artistas nacionais como Nando Reis, Tiago Iorc, Duca Leindecker, Engenheiros do Hawai, entre outros. https://www.facebook.com/brunoderosmusic/?pnref=lhc https://www.instagram.com/brunoderosmusic/ Shows - Picadeiro B (12h) e Picadeiro C (13h)
Calote
"À Brasileira" surge no mercado fonográfico como um grande caldeirão efervescente. No seu segundo EP (extended play) autoral, a banda Calote apresenta um sotaque musical recheado de ritmos, sem distinção de estilo. Um prato típico brasileiro que tem a mistura como principal ingrediente. O trabalho ficou conhecido pela mistura de expressões artísticas, onde cada composição ganhou o olhar de um diretor de cinema, lançadas uma por uma, num formato que foi denominado Vídeo EP. Após período de lançamento individual de cada música,a banda realizou show de lançamento no Salão de Atos na UFRGS, contemplada através do edital Som no Salão,sendo uma das quatro bandas selecionadas dentre mais de cem inscritas.
Edu Meirelles
Um bom disco de música instrumental é aquele que consegue traduzir paisagens em sons. E quando vai além pode ainda trazer sensações que te colocam dentro destas paisagens sonoras como protagonista ou acompanhante num passeio por caminhos propostos pelos músicos. O Edu Meirelles apresenta no disco Escambo um apanhado de caminhos para os ouvintes percorrerem. Pela janela de um Cadillac passam os prédios de tijolos a vista do Harlem. Terrenos baldios do Bronx. Um céu nublado de Detroit. Velhas casas de madeira de Memphis. Sacadas ornamentadas de New Orleans. Com um possante Maverick V8 chegamos nas esquinas de São Paulo num dia de chuva. Passamos por uma neblina nas frias madrugadas de Porto Alegre para enfim estacionarmos nos arcos da Lapa. Sim, você poderá passear por todos estes lugares ou encontrar novos enquadramentos neste filme aberto que é o álbum Escambo. A referência em trilhas de filmes Blaxploitationdos anos 70 é clara durante todo o disco, mas não pense que isso pode soar datado. Os arranjos apresentados agregam novos elementos ao delicioso groove do estilo. O balanço não se limita aos grandes mestres da música negra norte americana. Carrega junto nesta bagagem o swing brasileiro e todo seu amplo movimento de ritmos e cores. O que torna este disco uma obra contemporânea é a precisão de Edu Meirelles em saber dosar suas referências trazendo novos olhares cercado por uma excelente mistura de grandes músicos que ajudam a contar cada episódio de um filme infinito. O escambo esta em suas mãos e imaginação. Permita esta troca musical. Seja fazendo parte de uma paisagem, ou apenas abrindo as janelas para vislumbrar novos quadros. https://www.instagram.com/meirellesedu/ https://www.facebook.com/EduMeirellesOficial/
Jéf
O Big Bang é essa explosão da qual cientistas e entusiastas tanto falam há décadas. Toda a matéria contida no Universo, as estrelas, planetas, eu e você, espremidos em uma bolinha microscópica de pressão infinita até que ‘bum’: tudo começa a tomar seu devido lugar no Espaço. E essa expansão não aconteceria sem uma boa dose de catarse. Estrelas e galáxias inteiras precisaram entrar em total colapso para a criação de outras e, possivelmente, a nossa Via Láctea é filha de uma dessas histórias tristes. Quando conheci o Jéf e sua música, deparei-me com um Big Bang em vias de acontecer. Todos os ingredientes para uma carreira de sucesso que atinge os corações de milhares de pessoas com a intensidade de uma explosão cósmica já estavam lá, prontos para entrarem em ignição, contidos no peito de um então desconhecido artista do interior do Rio Grande do Sul. E a chama que desencadeou essa reação foi o Breakout Brasil, um reality show do Canal Sony onde, através de diversas atividades, um grupo de jurados (do qual eu fiz parte) escolheria um artista autoral para lançar um disco pela Sony Music Brasil. Jéf ganhava vernizes de favorito etapa após etapa, não pelo virtuosismo de suas composições, ou pela competência de sua - ótima - banda, mas sim pelo completo oposto disso: suas canções são tão singelas, de modo que seu recado poderia ser dado apenas com voz e violão.
Lara Rossato
Vinda do interior do Rio Grande do Sul na fronteira com o Uruguay, Lara cresceu ouvindo no rádio as canções do país vizinho em espanhol. Da voz feminina gaúcha, nasceu “Doce”: seu primeiro disco demo com influências roqueiras e músicas autorais. Participando de diversos grupos e se apresentado por todo interior do estado, Lara mudou-se para a capital com o objetivo de investir ainda mais em sua carreira musical e então, iniciou a preparação para o seu novo disco.Em Setembro de 2014 "Mesa para Dois” foi lançado na web. https://www.facebook.com/LaRossato/. Shows no Picadeiro B, às 17h e Picadeiro C (18h).
Lítera
A Lítera nasceu no bairro Sarandi em Porto Alegre, antes mesmo de ter esse nome. Em 2007, a banda foi finalista do Festival de Música de Porto Alegre com a música “Lá se foi”. O cotidiano de um relacionamento e suas peculiaridades serviram de inspiração para “Um pouco de cada dia”, o primeiro álbum lançado em 2009 e escolhido como melhor lançamento de banda gaúcha pelo site ClicRBS. A Lítera tem participação nas coletâneas da Rádio Ipanema FM “O Velho O Novo” (2012)e da Rádio Pop Rock FM “Primavera Pop Rock” (2011).Em 2015, a banda lançou o seu segundo disco, Caso Real. O projeto é inspirado nas cartas de amor trocadas entre DomPedro I e Domitila, a Marquesa de Santos.O disco foi lançado em Porto Alegre em novembro de 2015, e em São Paulo o lançamento foi em janeiro de 2016, no Solar da Marquesa fazendo parte da programação oficial do aniversário da cidade. https://www.instagram.com/literarock/ https://www.facebook.com/literarock Shows - Picadeiro C (17h) - Picadeiro B (18h)
Lucas Silveira (Fresno)
Lucas Silveira é conhecido nacionalmente como integrante da banda Fresno, que fundou em Porto Alegre há 18 anos, num longínquo 1999. Com uma carreira de sucesso, com uma dezena de álbuns lançados não somente com a Fresno como com seus inúmeros projetos paralelos, Lucas recebeu praticamente todos os prêmios que um artista nacional pode receber - inclusive o EMA (European Music Awards da MTV Europeia). À frente da Dark Matter Music, um empreendimento-frankenstein que é tanto selo quanto editora, tanto coletivo de compositores quanto estúdio, vem lançando trabalhos de artistas novos, produzindo álbuns e escrevendo canções para outros artistas. Àvido pesquisador não apenas na área da música, quanto na cosmologia, filosofia e antropologia, seu trabalho é uma junção de tudo isso. Junto de Karen Jonz, sua esposa e Sky, sua filha, estrela aventuras semanais no canal de YouTube Garagem de Unicórnio, por onde também lança canções infantis. Em 2017 começou a ministrar workshops de composição e criatividade para músicos e curiosos, a fim de dividir seu aprendizado e compartilhar experiências comuns a todos que se enveredam pela arte.
No Drumma
Depois de tocarem juntos em um evento na cidade de Porto Alegre, Aline Stoffel e Fernando Endres (Comunidade Nin-Jitsu) resolveram experimentar a execução de sons por eles repaginados em um novo projeto. Ambos vem de escolas e estilos musicais diferentes, e estavam afim de interpretar músicas que não faziam parte do cotidiano deles, de maneira mais moderna. Resolveram então incorporar essa ideia e chamaram mais um integrante para essa mistura: eis que se junta ao projeto, Murilo Moura (Gustavo Telles & Os Escolhidos). O resultado deste encontro do samba, funk, rock, resultou na escolha de um repertório com músicas conhecidas, tocadas de maneiras diferentes! Programação, efeitos, timbres, troca de instrumentos e improviso são os ingredientes do NO DRUMMA.
Os The Darma Lóvers
e Darma Lóvers surgiu sem planos. Corria o final de 1998 quando Nenung & Irínia criaram com música e poesia uma forma de compartilhar a alegria de terem encontrado o professor– S.E.Chagdud Rinpoche- e o caminho – o Darma do Buda. Conquistaram rápida e naturalmente seu espaço pela sua sonoridade e temática que vai do amor à impermanência e da alegria à reflexão. Na sua bagagem estética despretensão, minimalismo, psicodelia e pop com direito a dissonância e muita harmonia permeando os desencontros aparentes. Criaram canções e em torno delas uma rede criativa onde cabem Dado Villa-Lobos, Frank Jorge, Kassin, Moreno Veloso, 4Nazzo, Thiago Heinrich, Domênico Lancellotti, Ronaldo Bastos, Mariana Aydar, Sassá, Jimi Joe, André Vicente, Paula Toller...e a lista só aumenta.aram 6 discos até aqui, agitaram para causar efervescência correndo estradas e tocando muito. Confiando na sua coerência em diferentes períodos decidiram dar um tempo para nutrir seus corações e mentes em retiros de meditação profunda e peregrinações por lugares sagrados. Espalharam sementes pela Europa e levaram título como um dos dez melhores Cd’s do ano pelo jornal francês Libèration para o álbum “Laranjas do Céu”. Correram o Brasil de norte a sul e decidiram seguir juntos como um núcleo imaginário, criativo e alegre neste mundo. Enquanto a impermanência permitir. http://www.darmalovers.com/ https://www.facebook.com/OsTheDarmaLovers/
Planet Roots
A Planet Roots mistura reggae, rock e ragga, tendo como inspiração maior o ícone: Bob Marley. Desde 1996, já foram 2 CDs autorais, além de diversas coletâneas da cena regueira do Rio Grande do Sul. Os singles Porto de Raíz e Ela levaram os caras ao Planeta Atântida e fizeram a trilha sonora de muitos verões. O single Porto de Raíz homenageia os regueiros o sul e foi um sucesso desde o seu lançamento em 1999. Durante estes anos, foram muitos shows, tours pelo litoral e em eventos de surf. O álbum Aproveite Seu Dia mostra uma pegada diferente dos outros trabalhos, com muito dub e eletrônico. Depois de um hiato de cinco anos os caras estão de volta ,agora com a Loop Discos. https://www.instagram.com/planetroots/ https://www.facebook.com/PlanetRootsoficial/?ref=br_rs
Second Hand Sublime
Formada por 6 músicos, a Second Hand nasceu da vontade de tocar Sublime. Começou em setembro de 2009, com a ideia de fazer um único show tocando o álbum 40 oz to Freedom na íntegra. A casa lotada e a energia que rolou na festa fez com que este encontro se transformasse numa banda que movimenta o cenário do surf music no país. O som é uma mistura de ska, reggae e rock, influenciado diretamente pelo Sublime e pelas referências de cada um dos integrantes, que vão do hip-hop ao hardcore. O resultado é um som animado com um pé no Brasil e outro na Califórnia.
The Lucywood
Tudo começou em 2014 como uma brincadeira do casal Fernanda Cassel e Rodrigo Scopel. Apaixonados por música, eles encontraram uma maneira de homenagear os ídolos gravando vídeos de versões cover e postando no YouTube. Isso tudo enquanto Rodrigo morava e estudava em Los Angeles. O público inicial, para eles, eram apenas familiares e amigos.Depois que voltou das terras do Tio Sam, Rodrigo investiu seu tempo para atender a pedidos e gravar mais vídeos dividindo os vocais com Fernanda. Era o início da dupla The Lucywood. Com inspirações e referências no folk, eles também não deixam de lado influências do pop e do rock para suas composições. Um mix de bandas como The Avett Brothers, Mumford and Sons, Of Monsters and Men, Lana del Rey e The Weeknd são algumas das que estão na bagagem do duo.A primeira vez que tocaram em público foi totalmente sem pretensão e a convite de um amigo. A partir daí, conquistaram um lugarzinho especial na cena e hoje se apresentam em bares de Porto Alegre, levando composições próprias e as versões acústicas para além da tela do computador.Em 2017 lançaram o primeiro EP pela Loop Discos, que foi bem recebido pelo público e pela crítica. https://www.instagram.com/thelucywood/?hl=pt-br https://www.facebook.com/TheLucywood/